Vários
de seus aspectos fisiológicos ainda não estão integralmente esclarecidos,
incluindo sua relação com o exercício físico que é positivo, com a vantagem de
ser uma substância biológica ou bioidêntica com efeitos secundários
desprezíveis quando indicada corretamente. Estudos mais recentes têm aumentado
o conhecimento a respeito dos mecanismos de ação do GH-hormônio de crescimento,
podendo ser divididos em:
1) Ações diretas, mediadas pela rede de sinalizações intracelulares, desencadeadas pela ligação do GH-hormônio de crescimento ao seu receptor na membrana plasmática; e
2) Ações
indiretas, mediadas principalmente pela regulação da síntese dos fatores de
crescimento semelhantes à insulina (IGF).
Tem sido
demonstrado que o exercício físico é um potente estimulador da liberação do GH-hormônio
de crescimento. A magnitude deste aumento sofre influência de diversos fatores,
em especial da intensidade e do volume do exercício, além do estado de
treinamento.
Atletas, normalmente, apresentam menor liberação de GH-hormônio de
crescimento induzido pelo exercício que indivíduos sedentários ou pouco
treinados. Evidências experimentais demonstram que o GH-hormônio de crescimento:
1) Favorece
a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo para geração de
energia;
2) Aumenta
a capacidade de oxidação de gordura e
3) Aumenta
o gasto energético.
Todos esses fatores acabam desencadeando a termogênse que
não é nada mais do que queima de gordura e aumento de musculatura, que no caso
de crianças, infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes estimula o
crescimento longitudinal quando esta substância é deficiente nos mesmos, e
complementados em sua deficiência se indicado. O GH-hormônio de crescimento
apresenta um incremento em sua produção e concentração em resposta ao sono,
stress, exercícios, ingestão de proteínas e hipoglicemia. O GH-hormônio de
crescimento aumenta sua concentração, mas acompanha também quando são regulados pelo
mecanismo de feedback. GH-hormônio de crescimento regula a sua própria reação
na hipófise e hipotálamo promovendo um nível de feedback negativo e
auto-regulação sobre a secreção de GHRH hipotalâmico- GH-releasing hormone (GHRH) (hormônio liberador de
GH). Seu lançamento também é modulado por inibição do feedback negativo
por IGF-1 (insulina-like growth factor-1 ou fator de crescimento semelhante à
insulina-1) atuando no somatotrófo.
Ghrelin (grelina), uma proteína secretada a
partir do estômago, é um potente secretagogo de GH-hormônio de crescimento,
quando administrado por via intravenosa, embora a sua função fisiológica ainda
não tenha sido determinada. A partir do advento do GH-hormônio de crescimento,
efetuado por engenharia genética, DNA recombinante o avanço terapêutico em
indivíduos com deficiência de hormônio de crescimento, tais como em crianças,
infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes para crescimento estatural
longitudinal, e a utilização em adultos nas mais diversas áreas
endocrinológicas, e preventivamente em outras doenças, foi imenso, e esses
foram os fatores que beneficiaram infanto-juvenis, crescerem sem riscos
consistentes e adultos com deficiência a terem uma melhor qualidade de vida e
por mais tempo.
Dr.
João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1. Desde o advento do hormônio de crescimento DNA-recombinante obtido por engenharia genética (GH), as aplicações pediátricas (crianças, infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes.) de terapia do hormônio de crescimento (GH) têm expandido...
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1. Desde o advento do hormônio de crescimento DNA-recombinante obtido por engenharia genética (GH), as aplicações pediátricas (crianças, infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes.) de terapia do hormônio de crescimento (GH) têm expandido...
http://baixaestaturaecrescimento.blogspot.com
2. O tratamento com hormônio de crescimento (GH) demonstra claramente que melhorara a velocidade de crescimento durante a infância, em uma variedade de condições pediátricas (crianças, infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes.) em que o crescimento está comprometido...
2. O tratamento com hormônio de crescimento (GH) demonstra claramente que melhorara a velocidade de crescimento durante a infância, em uma variedade de condições pediátricas (crianças, infanto-juvenis, pré-adolescentes e adolescentes.) em que o crescimento está comprometido...
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3. Nas crianças em quem
deficiência de GH (DGH) não é o principal fator de comprometimento do
crescimento, doses supra-fisiológicas de hormônio de crescimento (GH) têm sido
mostrados que aumentam a velocidade de crescimento durante a infância até a
altura final longitudinal...
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Mohan S, Libanati C, Dony C, Lang K, Srinivasan N, Baylink DJ.1995 Development, validation and application of a radioimmunoassay for IGFBP-5 in human serum and other biological fluids. J Clin Endocrinol Metab.80:2638 –2645; Black D, Duncan A, Robins SP.1988 Quantitative analysis of the pyridinium crosslinks of collagen in urine using ion-paired reverse-phase high-performance liquid chromatography. Anal Biochem. 169:197–203; Bjellerup P.1997 Standardization of HPLC measurements of pyridinium crosslinks. Scand J Clin Lab Invest. 57(Suppl 227):80 – 83; Mazess RB, Barden HS, Bisek JP, Hansson J.1990 Dual energy x-ray absorptiometry for total body and regional bone mineral and soft tissue composition. Am J Clin Nutr. 51:156 –163; Zagzebski JA, Rossman PJ, Mesina C, Mazess RB, Madsen EL.1991 Ultra-sound transmission measurements through the os calcis. Calcif Tissue Int.49:107–111; Toogood AA, Shalet SM. 1996 Growth hormone replacement therapy in the elderly with hypothalamic-pituitary disease: a dose finding study. J Clin Endocrinol Metab. 84:131–136; Johannsson G, Rosen T, Bengtsson BA.1997 Individualized dose titration of growth hormone (GH) during GH replacement in hypopituitary adults. Clin Endocrinol (Oxf). 47:571–581; Toogood AA. Adams JE. O’Neill PA. Shalet SM.1996 Body composition in growth hormone deficient adults over the age of 60 years. Clin Endocrinol (Oxf). 45:399 – 405;Burman P, Johansson AG, Siegbahn A, Vessby B, Karlsson FA. 1997 Growth hormone (GH)-deficient men are more responsive to GH replacement therapy than women. J Clin Endocrinol Metab. 82:550 –555; Drake VM, Coyte D, Camacho-Hubner, et al.1998 Optimizing growth hormone replacement therapy by dose titration in hypopituitary adults. J Clin Endocrinol Metab. 83:3913–3919.
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Mohan S, Libanati C, Dony C, Lang K, Srinivasan N, Baylink DJ.1995 Development, validation and application of a radioimmunoassay for IGFBP-5 in human serum and other biological fluids. J Clin Endocrinol Metab.80:2638 –2645; Black D, Duncan A, Robins SP.1988 Quantitative analysis of the pyridinium crosslinks of collagen in urine using ion-paired reverse-phase high-performance liquid chromatography. Anal Biochem. 169:197–203; Bjellerup P.1997 Standardization of HPLC measurements of pyridinium crosslinks. Scand J Clin Lab Invest. 57(Suppl 227):80 – 83; Mazess RB, Barden HS, Bisek JP, Hansson J.1990 Dual energy x-ray absorptiometry for total body and regional bone mineral and soft tissue composition. Am J Clin Nutr. 51:156 –163; Zagzebski JA, Rossman PJ, Mesina C, Mazess RB, Madsen EL.1991 Ultra-sound transmission measurements through the os calcis. Calcif Tissue Int.49:107–111; Toogood AA, Shalet SM. 1996 Growth hormone replacement therapy in the elderly with hypothalamic-pituitary disease: a dose finding study. J Clin Endocrinol Metab. 84:131–136; Johannsson G, Rosen T, Bengtsson BA.1997 Individualized dose titration of growth hormone (GH) during GH replacement in hypopituitary adults. Clin Endocrinol (Oxf). 47:571–581; Toogood AA. Adams JE. O’Neill PA. Shalet SM.1996 Body composition in growth hormone deficient adults over the age of 60 years. Clin Endocrinol (Oxf). 45:399 – 405;Burman P, Johansson AG, Siegbahn A, Vessby B, Karlsson FA. 1997 Growth hormone (GH)-deficient men are more responsive to GH replacement therapy than women. J Clin Endocrinol Metab. 82:550 –555; Drake VM, Coyte D, Camacho-Hubner, et al.1998 Optimizing growth hormone replacement therapy by dose titration in hypopituitary adults. J Clin Endocrinol Metab. 83:3913–3919.
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